sábado, 16 de novembro de 2013

Condenados do mensalão, Dirceu, Genoino e mais oito se apresentam à PF

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O julgamento do mensalão no STF200 fotos

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15.nov.2013 - José Roberto Salgado, ex-vice-presidente do Banco Rural, chega à sede da Polícia Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, após receber ordem de prisão do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele foi condenado a 16 anos e oito meses de prisão Douglas Magno/O Tempo

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quarta-feira, 15 de maio de 2013

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(Edson Nogueira Paim escreveu)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


NOVO CORREGEDOR:

Falcão quer tentar resgatar a 


imagem do Judiciário


O novo corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, afirmou, nesta quinta-feira (6/9), que vai combater com rigor a corrupção no Judiciário. Ao tomar posse no cargo de corregedor nacional de Justiça em Brasília, o ministro destacou: “Procurarei desempenhar minha missão com humildade e discrição, o que não significa tolerância com os desmandos. Onde houver corrupção, a Corregedoria Nacional agirá com mão de ferro”.
O ministro, que ficará à frente do órgão de fiscalização do Poder Judiciário pelos próximos dois anos, declarou que atuará com independência e direcionado ao resgate da boa imagem da Justiça brasileira.“Temos de tirar as maçãs podres que existem no Judiciário, infelizmente”, declarou o novo corregedor, referindo-se a uma minoria de maus juízes cujo comportamento não está de acordo com princípios éticos e morais.
O ministro garantiu que dará seguimento a todo o trabalho iniciado pela antiga corregedora, incluindo as inspeções nos tribunais. Ele adiantou que inicialmente visitará os estados ainda não inspecionados pela ministra Calmon, começando por Goiás.
Em seu discurso de posse, o ministro Falcão disse encarar o seu trabalho à frente da Corregedoria Nacional como uma missão que impõe grandes responsabilidades, sendo ao mesmo tempo espinhosa e edificante. “Assumo nesta hora a Corregedoria Nacional de Justiça com a plena convicção da responsabilidade que o cargo impõe e o compromisso de exercê-lo como uma verdadeira missão voltada para os grandes objetivos que levaram à criação do Conselho Nacional de Justiça”, declarou, acrescentando que irá imprimir à sua gestão um perfil mediador e ao mesmo tempo rigoroso.
O ministro classificou o CNJ como um “divisor de águas na história do Poder Judiciário” e descartou qualquer possibilidade de restrição aos poderes do órgão. “Essa batalha já está ganha, a ministra Eliana Calmon foi a grande vitoriosa e o papel do CNJ é irreversível”, concluiu. Falcão se comprometeu a atuar com base no interesse público e na transparência, de forma a recuperar a credibilidade do Judiciário e buscar uma Justiça cada vez mais democrática, célere e acessível. “Não há democracia sem Judiciário forte, que reconheça às partes o que lhes é devido, em tempo razoável e de forma justa”, destacou.
ParceriaFrancisco Falcão, em coletiva à imprensa, antes da cerimônia de posse, disse que vai trabalhar em pareceria com outros órgãos, como o próprio Supremo Tribunal Federal e com a Polícia Federal. Segundo ele, a troca de informações com a  PF vai auxiliar em investigações e inspeções promovidas pela Corregedoria Nacional.
O novo corregedor se comprometeu a atuar junto a corregedorias e governos locais para garantir a segurança dos magistrados e evitar ameaças que comprometam o trabalho da Justiça. Além disso, pretende dar continuidade às apurações patrimoniais iniciadas pela ministra Calmon, sempre pautado pelo cumprimento à legislação. “Não vamos quebrar sigilo de ninguém sem autorização judicial. Quando necessário, pedirei ao juiz a quebra, para realizar a investigação”, assegurou. Embora se diga contrário ao sigilo fiscal para autoridades, o ministro disse que é preciso obedecer a essa previsão constitucional.
Falcão apontou a morosidade e a dificuldade de gestão nos tribunais como alguns dos problemas que comprometem a credibilidade da Justiça. Para tanto, disse que vai atuar de forma preventiva, auxiliando na modernização e uniformização dos procedimentos adotados nos tribunais, com o objetivo de aprimorar a prestação jurisdicional. “Vamos incentivar o fórum de corregedores para que tenhamos uma cultura geral para todo o país, de forma que o Tribunal do Amazonas tenha a mesma política administrativa do Rio Grande do Sul, de São Paulo ou do Rio de Janeiro”, concluiu. Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Nacional de Justiça.
Revista Consultor Jurídico, 6 de setembro de 2012